Trabalho em grupo – qual o problema?

Trabalho em grupo – qual o problema?

É inevitável não fazer trabalhos em grupo, mas você realmente sabe se posicionar e se comunicar com seus colegas?

Talvez a pergunta acima seja fácil de se responder, a prática pode dizer por si mesma. Normalmente, a maioria das pessoas tem medo do relacionamento em grupo por questão do tratamento e do respeito as opiniões contrárias. Às vezes o simples pensamentos em pensar diferente pode ser encarado como perigoso. Isso depende. Pode-se considerar que o mínimo a exigir para um trabalho em grupo é o relacionamento. Se eu não quero ser tratado de um modo eu não posso tratar o colega desse jeito.




A comunicação é essencial para o grupo elaborar suas atividades e se relacionar. Não há projeto, empresa, trabalho enfim sem uma comunicação razoável. Muitas pessoas encaram como verdadeiro tabu o fato de ter que apresentar um trabalho em grupo. A apresentação é encarada como árdua, difícil e isso serve para a perda da motivação. Não, pode parar por aí. Um trabalho em grupo precisa da conectividade entre todos, conhecimentos sobre o assunto e preparação para mostrar a todos da empresa, da faculdade ou da organização que o grupo entendeu o conceito e está preparado para transmiti-lo.

A preferência é que a competência comunicação seja desenvolvida enquanto o grupo discute inicialmente, por isso o professor/instrutor requer o trabalho em grupo: para o relacionamento tornar-se um domínio e um tema trabalhado.

A necessidade de um líder começa a se manifestar de acordo com a postura do grupo. Alguém irá puxar a frente em anotações ou alguma forma de diferenciação. É fato, mas nem sempre quem anota é o líder. Pode ser aquele que mais discute ou aquele que melhor se posiciona. Automaticamente o grupo mostra seus primeiros sinais de pensamento em conjunto e deve unir tendências para formar uma base. Essa base será a ideia central do pensamento até o final.

Para final de conversa, a ideia central do trabalho tem o estímulo de aprendizagem também, quando um professor diz após uma explicação longa ou mesmo curta, que isso vai depender do conteúdo. O trabalho já está visando a elaboração de propostas, contrapartidas e conclusões independentes.

O número de participantes varia. Professores dizem: quanto mais melhor; diretores dizem: quanto menos melhor. Pouco importa. No final, a união fará a força na união conjunta de apresentações para a aquisição de conhecimentos entre todos os envolvidos. Sem contar as perguntas para cada grupo a fim de fixar mais o plano.

Muitos assuntos sensíveis como política chegam a calorosas discussões. Calma, novamente recorda-se, deve-se respeitar as posições dos colegas, independente dos direitos adotados. O fim deste artigo também é o começo, pois uma apresentação começa com um problema e acaba com sua resolução. Algumas são encontradas facilmente, outras possui múltiplas respostas. Qual o problema? Bem, quem se questionar entenderá que ao fazer um trabalho em grupo e mensurar a opinião comum sabe que será complicado, ao menos se grupo facilitou a ideia e pensa da mesma forma. Aí, o problema é resolvido. Caso contrário terá outro problema: o senso comum.

 

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