Angústia e Resiliência: o que elas tem em comum?

Angústia e Resiliência: o que elas tem em comum?

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Alguma vez na sua vida, você passou por uma situação tão triste, grave ou dramática que perdeu totalmente o foco ou ficou tão mal que entrou em depressão ou, teve uma crise de ansiedade?




Ao estudar um dos artigos escritos pela pesquisadora de Harvard, Diana Coutu, o que me chamou atenção foi o aspecto de que as pessoas resilientes são realistas, porém, não conformista.

Fico me questionando… Se existisse algo simples, pequeno; no entanto, mágico. Algo possível de ser feito, uma pequena ação… Uma atitude que ao ser tomada potencializa a realidade, leva-a a algo mais rico, prospero, intenso e feliz… O que seria?

Para entender melhor, este meu ‘devaneio, compartilho com você outra pesquisa… Em 2001, a psicóloga Barbara Fredrickson, da Universidade da Carolina do Norte, realizou uma pesquisa para detectar a resiliência de um grupo de estudantes. Pouco depois, ocorreram os atentados de 11 de Setembro. A psicóloga, então, retomou sua pesquisa para avaliar os efeitos da tragédia no grupo que ela estava estudando. E fez a seguinte descoberta: os estudantes classificados como mais resilientes no teste anterior experimentaram as mesmas sensações de angústia e tristeza que os menos resilientes experimentaram após os atentados. No entanto, ela notou uma considerável diferença…

A diferença é que os mais resilientes demonstraram maior capacidade de recuperação e registraram menor incidência de problemas como strees pós-traumático, depressão e ansiedade. Você consegue imaginar o por quê?!

De acordo com os resultados da Dra. Fredrickson, o principal motivo é a atitude positiva.

Responda:

Quais são as atitudes que você tem ultimamente diante dos revezes da vida? Atitudes positivas ou negativas? Há algo que você possa fazer para ter mais atitudes positivas?

 
 

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